O senhor é minha força meu escudo; nele o meu coração confia e dele recebo ajuda.
(Salmos 28:7)

terça-feira, 26 de outubro de 2010


... Ouça aqui, mocinha.
Não fique pensando que o mundo lhe pertence não.
Não caia nessa onda. E outra coisa – não se esforce.
Pelo o menos não tanto.
Não fique ai remando contra a maré, dando murro em ponta de faca.
Veja – se não fora pra ser, não vai ser.
Acredite em mim. Coisa boba essa sua tentativa de ir além.
E olhe, eu não estou pedindo pra você desistir não, não é isso.
Eu só quero que você pense mais, que leia mais.
Que tenha argumentos melhores.
Você está muito nova ainda. Cresce!” :)

segunda-feira, 25 de outubro de 2010


"Cultive o bom humor, como quem cultiva um bom hábito. Esforce-se para ser alegre. Afaste os sentimentos mesquinhos que provocam o despeito, a inveja, o sentimento de fracasso, que são origem de infelicidade. Adote uma filosofia otimista, eduque-se para ser feliz. (...) Seja feliz, se quer ser bonita!"

sábado, 23 de outubro de 2010

"taí. tá bom. o amor venceu. você venceu. venceu. venceu. venceu. e eu acabo de descobrir, simples assim, a única maneira de me livrar desse sentimento:aceitando ele, parando de querer ganhar dele. te amo mesmo, talvez pra sempre."

[Tati Bernardi]
"sabe aqueles banheiros mínimos, que quando um entra o outro tem que sair? tem amores que parecem um banheiro apertado: só cabe um.
ela ama o cara. interessa-se pela sua vida, seu trabalho, seus estudos, seu esporte, seus amigos, sua família, enfim, ela está inteira na dele. ele, por sua vez, recebe isso de muito bom grado mas não retribui. não pergunta pelo trabalho dela, pelas angústias dela, por nada que lhe diga respeito. ela, obviamente, não gosta desta situação, mas vai levando, levando, levando, até que um belo dia sua paciência se esgota e ela tira o time de campo. aí ele entra.
de repente, como num passe de mágica, ele se dá conta de como ela é legal, de como ele tem sido distante, de como vai ser duro ficar sem a sua menina. então ele a torpedeia com e-mails e telefonemas carinhosos. mas ela é gata escaldada, não vai entrar nessa de novo. ele insiste. quer vê-la, quer que ela entenda que ele é desse jeito tosco mesmo, mas que no fundo ela é a mulher da vida dele. ela é gata escaldada mas não é de gelo: então tá, vamos tentar de novo. ela entra com tudo.
com a namorada resgatada, ele se isola novamente em seu próprio mundo, deixando-a conduzir tudo sozinha. é ela quem o procura, é ela que o elogia, é ela que arma os programas, é ela que lembra das datas, é ela, tudo ela, só ela. quer saber: tô fora!
aí ele entra. pô, gata, prometo, juro, ó: vou cobrir você de carinho. e não é que ele cumpre? passa a tratá-la como uma deusa, superatencioso, parece outro homem. ela aceita a deferência, mas não entra mais nesse jogo. simplesmente não retribui o afeto dele, quase nunca telefona, sai com as amigas toda hora, e ele ali, no maior esforço. ela esnobando, ele tentando, ela se fazendo, ele se declarando. até que ele enche: tô fora.
aí ela entra. e ele esfria, e ela cai fora, e ele volta, e seguem neste entra-e-sai até o desgaste total.
bom mesmo é amor em que cabem os dois juntos. ;)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

"Não quero viver como uma planta que engasga e não diz a sua flor. Como um pássaro que mantém os pés atados a um visgo imaginário. Como um texto que tece centenas de parágrafos sem dar o recado pretendido. Que eu saiba fazer os meus sonhos frutificarem a sua música. Que eu não me especialize em desculpas que me desviem dos meus prazeres. Que eu consiga derreter as grades de cera que me afastam da minha vontade. Que a cada manhã, ao acordar, eu desperte um pouco mais para o que verdadeiramente me interessa." ;**
:)

"A gente só tem a gente. No fundo, lá no fundo, essa é a realidade. Qualquer outra interpretação é espera. No outro. Que o outro fale, que o outro perceba, que outro entenda. Não entende. Porque não é a gente. Imagina que entende, mas não enxerga porque os olhos são outros, ainda que da mesma cor."

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"A prova de que estou recuperando a saúde mental,
é que estou cada minuto mais permissiva: eu me permito mais liberdade e mais experiências.
E aceito o acaso. Anseio pelo que ainda não experimentei.
Maior espaço psíquico. Estou felizmente mais doida."

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